Embraer dá início às obras do Centro de Pesquisa na Flórida


Publicado em 29/11/2012 por  em Brasil, Executiva

A Embraer já possui uma linha de montagem dos jatos Phenom 100 em Melbourne, Florida. (Foto: Rickey Rogers / Reuters)
A Embraer S.A. deu início às obras de seu novo Centro de Engenharia e Tecnologia nos EUA. As novas instalações de 6.224 m² (67 mil pés quadrados) devem ser inauguradas em meados de 2014 e vão abrigar os 200 funcionários que o Centro prevê empregar até o final de 2016.
“O desenvolvimento contínuo da Embraer na Flórida reflete nosso crescimento enquanto empresa global e nosso compromisso com o mercado americano”, disse Frederico Fleury Curado, Diretor-Presidente da Embraer.
Localizado em uma área de 52 mil m² (13 acres) no Aeroporto Internacional de Melbourne, o Centro de Engenharia e Tecnologia da Embraer nos EUA representa um investimento de US$ 26 milhões ao longo dos próximos cinco anos e faz parte da estratégia de longo prazo da empresa de estar mais perto de seus clientes e principais mercados.
“Nossa estratégia é ampliar globalmente o escopo e a profundidade de nossa capacidade de engenharia, visando permitir que a Embraer colha todos os benefícios de seus talentos de engenharia e recursos por todo o mundo”, disse Walter Pinto Jr, Diretor Administrativo.
No estado da arte, o Centro de Engenharia e Tecnologia nos EUA contará com sistemas de CAD 3D, Fluidodinâmica Computacional, Modelagem de Elementos Finitos, Centro de Realidade Virtual 3D, recursos para desenvolvimento de protótipos e laboratórios sofisticados, além de outros equipamentos de teste.
Anunciado em 2008, o complexo da Embraer em Melbourne inclui atualmente uma área de 7.432 m² (80 mil pés quadrados) para a montagem e pintura dos aviões Phenom 100 e Phenom 300, primeira unidade de fabricação de jatos na Flórida, inaugurada em fevereiro de 2011. O local também contempla um centro de atendimento ao cliente de 5.388 m² (58 mil pés quadrados), aberto em dezembro de 2011. Até o momento, a Embraer já investiu US$ 50 milhões em suas instalações em Melbourne e emprega 212 pessoas. Além disso, a empresa investiu mais de US$ 824 milhões nos Estados Unidos em instalações e infraestrutura entre 1979 e o final de 2011, prevendo-se que estes investimentos atinjam cerca de US$ 1 bilhão ao final de 2012.

Airbus aumenta ainda mais a capacidade das aeronaves A330


Publicado em 29/11/2012 por  em Comercial

A THAI Airways é uma das operadoras do Airbus A330-300 que poderá se beneficiar das novas melhorias nas aeronaves. (Foto: Airbus)
A Airbus melhorou ainda mais as aeronaves A330-300 e A330-200, proporcionando aos operadores, nas duas versões com uma capacidade de peso máximo de decolagem (MTOW) de 242 toneladas e, para a versão maior A330-300, uma opção de aumento da capacidade de combustível. Essas melhorias foram feitas acima da capacidade anunciada no início deste ano para uma aumentada capacidade MTOW para 240 toneladas, e estará disponível para as companhias aéreas em 2015.
A nova capacidade de peso de decolagem, combinada com o aumento da capacidade de combustível, permite que os operadores desses novos A330-300 possam transportar uma carga adicional em missões mais longas. No geral, o alcance com carga completa agora aumenta em cerca de 500 milhas náuticas acima dos A330-300 de 235 toneladas atuais, e cerca de 350 milhas náuticas sobre os A330-200 de 238 toneladas atuais.
O aumento da capacidade opcional de combustível do A330-300 será obtida pela ativação do tanque central da asa, pela primeira vez neste modelo. O tanque central e seus sistemas associados sempre estiveram presentes como padrão na versão de longo alcance – o A330-200. A capacidade adicional de combustível para o A330-300 permite que os operadores possam voar novas rotas de longa distância, como vôos diretos entre o Sudeste da Ásia e Europa. Por exemplo, permitirá vôos diretos no sentido oeste, como de Kuala Lumpur para Frankfurt ou Paris, com a capacidade de transportar carga adicional no voo de regresso para leste.
O chefe do programa A330, Patrick Piedrafita, comentou: “O A330 é um avião já altamente eficiente e confiável e buscamos como nosso dever maximizar seu desempenho ainda mais, junto com o aumento de alcance e carga útil.” Ele acrescentou: “Estamos atualmente entregando mais A330 por mês do que nunca, e isso deve continuar, especialmente tendo em conta as melhorias em andamento que estamos introduzindo na fuselagem, interior da cabine, e nos motores.”
A Família A330, que se estende por 250-300 assentos, e inclui versões cargueiras, VIP e de transporte militar/reabastecedor, já atraiu mais de 1.200 encomendas e cerca de 900 aeronaves estão voando no mundo inteiro.

ASAS ANTÁRTICAS: Operando com neve e lama


Publicado em 30/11/2012 por  em Asas Antárticas, Brasil, Força Aérea Brasileira, Militar

A bordo do C-130 Hercules da FAB, no solo Antártico. (Foto: Oswaldo Claro Jr. / Cavok)
Olá a todos. Na coluna de 15 de novembro, terminei de forma provocativa, chamando a atenção para o próximo tema: a operação aérea. Pois bem, apertem os cintos porque vai balançar um pouco. Prontos para decolar? Ok.
Quando retornei da minha primeira viagem a Antártica, em 2009, muitas pessoas ficaram surpresas ao descobrir que um avião pousava naquela região. A surpresa aumentava mais quando descobriam que, além de pousar, ainda havia o lançamento de carga, realizado a quinhentos pés (cerca de 150 metros) de altura. E, por fim, a estupefação culminava ao ver o avião que realizava aquilo tudo: o Hercules – com seus quatro motores, 35 toneladas (vazio) e 45 metros de envergadura. Aos olhos de um leigo, aquilo era um desafio à lógica e ao bom senso. Puro engano!
Tanto o equipamento quanto seu operador não poderiam ser mais bem escolhidos. As tripulações do 1o/1oGrupo de Transporte, único esquadrão da FAB a realizar missões em solo antártico, passam por um longo processo de treinamento. Apenas para se ter uma ideia, um piloto de C-130 leva, no mínimo, oito anos para poder ocupar um lugar atrás do manche daquela aeronave. Depois, são mais quatro anos de esquadrão até estar apto a sumeter-se à avaliação do conselho interno, que decidirá se o pretendente poderá integrar o quadro de tripulantes antárticos da unidade.
E quanto ao Hercules, bem, se você ainda não o conhece (o que, dúvido muito!), corra até o Google mais próximo, pois a aeronave dispensa apresentações.
A operação aérea antártica se resume a dois momentos: na base chilena Presidente Eduardo Frei Montalva, onde são realizados toques e arremetidas para treinamento das tripulações, bem como a transferência de pessoal da base brasileira; e o lançamento de carga sobre a estação Comandante Ferraz. Essa parte da missão começou em 1991, oito anos após o estabelecimento da nossa estação.
Qual a mais complexa e desafiadora? Vocês escolhem.
Os pousos em Frei são, na maior parte do ano, sobre uma camada de gelo em uma pista de 1.292 metros de extensão (o Santos Dumont possui 31 metros a mais). Nos meses de verão, a situação muda para lama, o que só piora o cenário. A meteorologia, determinante para qualquer atividade na região, já obrigou pilotos a voarem próximo a linha d´água devido a camada extremamente baixa, para conseguirem alinhar com a pista que, na verdade, fica pouco acima do nível do mar.
Os ventos são constantes, mas essa é a única informação imutável a seu respeito. Eles variam bastante tanto em intensidade quanto direção, fazendo com que um avião do porte do C-130 seja jogado para os lados sem nenhuma cerimônia. Durante a aterrisagem, os pilotos se utilizam de duas técnicas bem conhecidas entre eles: pouso de máximo esforço – para pistas curtas – ,e  potência assimétrica nos motores – permitindo melhor controle da aeronave quando operam em superfícies irregulares e escorregadias, exatamente o cenário na Antártica.
E se tudo aquilo não bastasse, ainda tem o problema da desorientação. Em uma região coberta por gelo e não raro nublada, cima e baixo podem parecer perigosamente iguais, restando aos tripulantes apenas as indicações dos instrumentos no painel do Hercules. Quando possível, uma referência externa é sempre bem vinda, como no caso da Igreja Ortodoxa da Trindade, na base russa de Bellingshausen, instalada no alto de uma elevação próxima a lateral esquerda da cabeceira 29 de Frei.
Vou me despedindo, mas as operações aéreas não terminam por aqui. Ainda tem os voos de lançamento de carga. E lembram-se que eu disse que ia balançar? Pois vai mesmo. Só para provocar mais um pouquinho, como de hábito, vou adiantar o que aconteceu no meu primeiro lançamento: gravidade zero. Isso mesmo, você leu certo. Em 15 de dezembro eu conto os detalhes. Até lá.
Conheça os bastidores do Asas Antárticas através de sua fanpage.
Oswaldo Claro Jr. é carioca nascido em Botafogo, mas torcedor do Flamengo, fotógrafo especializado em aviação militar, já tendo publicado trabalhos em livros como os dois esquadrões de Hercules da FAB – 1°/1° GT e 1° GTT – , unidades de helicópteros, caças, além de acompanhar profissionalmente desde 2007 a Esquadrilha da Fumaça, uma de suas grandes paixões. Sua fotografia, fortemente influenciada pelo linguagem cinematográfica, busca privilegiar o movimento, convidando o público a mergulhar na ação. Para conhecer mais sobre seu trabalho, visite sua página no Facebook.

Nota oficial da FAB sobre incidente com VANT Hermes 450 da Base Aérea de Santa Maria


Publicado em 30/11/2012 por  em Brasil, Força Aérea Brasileira, Incidentes, Militar, VANT - UAV

O VANT Hermes 450 do Esquadrão Horus, visto na Base Aérea de Santa Maria. (Foto: Daniel Ito Isaia)
Havíamos divulgado anteriormente que o jornal Vale do Aço, através do jornalista Cláudio Humberto, informou que um dos dois Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT) Hermes 450 da Força Aérea Brasileira(FAB) teria ficado completamente destruído após cair durante a decolagem da Base Aérea de Santa Maria (BASM), no Rio Grande do Sul. A FAB passou um e-mail para o Cavok Brasil informando que o divulgado por Cláudio Humberto não está correta, e que o VANT RQ-450 teve um problema no motor na decolagem, conseguindo retornar para pista, sofrendo pequenas avarias.
Ainda segundo a Nota Oficial da FAB, a aeronave fabricada em Israel, e que custa cerca de US$ 4,5 milhões, e operada pelo Esquadrão Hórus, na base em Santa Maria, passa tualmente por manutenção, mas não houve danos aos equipamentos eletrônicos a bordo. Os dois Hermes 450 foram adquiridos em setembro de 2010, através da Elbit Systems.
Segue a NOTA OFICIAL da FAB sobre o incidente:
Nota Oficial – Incidente com VANT
Ao contrário do publicado em alguns jornais, o Comando da Aeronáutica informa que não houve um acidente com perda total de um Veículo Aéreo Não-Tripulado (VANT) da Força Aérea Brasileira.
Na realidade, houve uma perda de potência do motor logo após a decolagem e o controlador, seguindo os procedimentos previstos no manual de operação, realizou o pouso da aeronave. Durante essa manobra, ocorreram algumas avarias estruturais.
O incidente ocorreu no dia 5 de novembro e a aeronave, modelo RQ-450, está em manutenção. Não houve nenhum dano aos equipamentos eletrônicos do VANT.
Vale salientar ainda que o segundo RQ-450 da FAB está em plenas condições operacionais e continua a realizar voos normalmente a partir da Base Aérea de Santa Maria (RS), sede do Esquadrão Hórus, o primeiro do país a operar aeronaves deste tipo.
Já o VANT baseado em São Miguel do Iguaçu (PR) é de propriedade da Polícia Federal.
Brasília, 30 de novembro de 2012
Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

"IMPECÁVEL" - Legacy 500 da Embraer realiza primeiro voo

Publicado em 27/11/2012 por  em Brasil, Executiva

Durante o primeiro voo, o jato executivo Legacy 500 realizou uma passagem na configuração limpa, com o trem de pouso recolhido. (Foto: Claudio Capucho / Embraer)
A Embraer voou hoje pela primeira vez o Legacy 500, marcando o início de uma nova geração de jatos executivos. O bem-sucedido primeiro voo do Legacy 500 é o marco inicial de seu programa de testes em voo. As primeiras entregas da aeronave estão previstas para o início de 2014.

O primeiro voo ocorreu em São José dos Campos, sede da Embraer. (Foto: Claudio Capucho / Embraer)
“Este jato extraordinário simboliza o futuro da aviação executiva e é fruto da inovação, talento e dedicação que fazem parte da cultura da Embraer”, disse Frederico Fleury Curado, Diretor-Presidente da Embraer.
A entrega do primeiro Legacy 500 deve ocorrer em 2014. (Foto: Claudio Capucho / Embraer)
“Esta é a aeronave que nos levará de importante competidor da indústria de jatos executivos para a liderança do mercado”, disse Ernest Edwards, Presidente da Embraer – Aviação Executiva. “O Legacy 500 quebra todos os paradigmas de jatos desta categoria ao oferecer o que nunca foi oferecido antes. É inestimável a importância do sistema eletrônico de voo fly-by-wire. Essa tecnologia é para a aviação executiva o que o GPS tem sido para a navegação. Isso garantirá maior segurança, precisão, eficiência e conforto para cada voo da aeronave.”
A aeronave recebeu uma saudação com jatos de água dos caminhões de bombeiros do aeroporto de São José dos Campos. (Foto: Claudio Capucho / Embraer)
Os pilotos de teste Mozart Louzada e Eduardo Camelier, acompanhados dos engenheiros de ensaios em voo Gustavo Monteiro Paixão e Alexandre Figueiredo, voaram o Legacy 500 por 1 hora e 45 minutos, executando ampla variedade de testes de sistemas e avaliando características de desempenho e dirigibilidade. Em razão da extensa utilização de simuladores e da campanha de testes em solo, a aeronave foi capaz de atingir um significativo envelope operacional logo em seu voo inaugural. Vários sistemas foram acionados, inclusive recolhimento do trem de pouso.
Um grande público, composto por funcionários da Embraer e convidados, esteve presente para ver o voo do Legacy 500. (Foto: Claudio Capucho / Embraer)
“A partir do momento em que você entra no cockpit, é possível afirmar que se trata claramente de uma nova e surpreendente geração de jatos executivos”, disse o comandante Louzada. “O voo foi um sucesso, exatamente como o previsto no plano. Foi impecável.” A cabine espaçosa tem um manche lateral de controle (sidestick) e o mais avançado sistema de aviônica disponível hoje no mercado.
Depois do voo as pessoas presentes puderam ver de perto da aeronave. (Foto: Claudio Capucho / Embraer)
O Legacy 500 é o que a indústria denomina de projeto “clean-sheet”, ou seja, desenvolvido do zero, sem utilizar desenhos de outras aeronaves.  Seu design é baseado em uma extensiva pesquisa de mercado realizada com operadores e clientes. “Nós ouvimos com entusiasmo e agimos com agressividade”, disse Marco Túlio Pellegrini, Vice-Presidente de Operações da Embraer – Aviação Executiva. “O Legacy 500 é realmente o produto que o mercado deseja e busca.”
Os tripulantes e engenheiros do projeto Legacy 500 receberam um banho de água após o voo. (Foto: Claudio Capucho / Embraer)
Primeiro jato executivo da categoria midsize a incorporar o sistema de controle eletrônico fly-by-wire, a aeronave tem uma cabine de 1,82 metro de altura e piso plano.“De longe, o Legacy 500 tem a maior cabine de toda a categoria, com o conforto e a tecnologia encontrados somente em aeronaves maiores e bem mais caras”, disse Pellegrini. “Ele elevará, sem dúvida, o padrão da indústria para projetos futuros em relação à tecnologia, desempenho, estilo e conforto.”
Juntamente com outras duas aeronaves, o Legacy 500 agora entra na fase de testes de voo. (Foto: Claudio Capucho / Embraer)
O Legacy 500 será seguido pelo quarto projeto clean-sheet da Embraer Aviação Executiva, o Legacy 450, da categoria midlight, que entrará em serviço um ano depois. “Projetos clean-sheet são parte do nosso DNA. Eles são a razão da nossa sensibilidade às necessidades dos clientes”, afirmou Pellegrini. Os bem-sucedidos jatos Phenom 100 e Phenom 300 também são projetos clean-sheet.
Dois modernos motores Honeywell HTF 7500E, de baixo consumo de combustível e capazes de produzir até 6.540 libras de força propulsora equipam o Legacy 500, bem como a aviônica Pro Line Fusion da Rockwell Collins com sistema de visão sintética.
 
Especificações do Legacy 500
 
Alcance (Reservas NBAA, 200nm de alternado, LRC, 4 passageiros)
5.556 km
High-Speed Cruise/Velocidade máxima de cruzeiro
Mach 0,82
TOFL @ MTOW, ISA, SL (Distância de decolagem)
1.402 km
Teto (Altitude máxima de operação)
13.716 km
Configuração dos assentos
2 + 8/12
Altura máxima da cabine
1,82 m
Largura máxima da cabine
2,08 m
Comprimento da cabine
8,17 m
Capacidade externa de bagagem
3,11 m³
Capacidade interna de bagagem
1,13 m³
Capacidade total de bagagem
4,24 m³

FONTE: CAVOK BRASIL

Aeronave da FAB lança ressuprimento para Força Naval durante a Operação Atlântico III

Publicado em 28/11/2012 por  em Brasil, Força Aérea Brasileira, Militar, Operações Militares

O piloto do Bandeirante do 5° ETA sobrevoa a baixa altura sobre a embarcação da Marinha Brasileira. (Foto: Sgt. Rezende / Agência Força Aérea)
O Esquadrão de Transporte Aéreo (5º ETA), sediado em Canoas, no Rio Grande do Sul, lançou neste domingo (25/11) uma carga de equipamento para a Força Naval que participa da Operação Atlântico, no mar territorial entre Santa Catarina e o Espírito Santo. Veja a seguir o vídeo da missão de ressuprimento.


A tripulação do C-95 Bandeirante encontrou a Esquadra da Marinha depois de seguir as coordenadas por mais de uma hora em alto mar. “No oceano, a missão fica mais desafiadora, porque diferentemente do continente, você não tem a referência do relevo”, explica o Comandante da Missão, Tenente Aviador Rodolfo Giacomelli.
A carga de ressuprimento foi lançada próxima do navio. (Foto: Sgt. Rezende / Agência Força Aérea)
Uma equipe da Agência Força Aérea acompanhou o treinamento a bordo da aeronave que sobrevoou a região a pouco mais de 100 metros de altura.
Fonte: Agência Força Aérea